domingo, 4 de outubro de 2015

 1. Identificação

Autor: Viviana de Assis Viana, Ronald Claver Camargo

Obra: Ana e Pedro

Edição:30 edição

Local e data de publicação:São Paulo 2009

2. Pesquisa

Biografia do autor

Vivina de Assis

Vivina de Assis Viana é uma escritora brasileira. Formou-se em letras em Belo Horizonte, onde deu aula e morou até mudar-se para São Paulo.

Obra

De 1990 até 1999 foi cronista do Estado de Minas Gerais, com publicações todos os domingos no suplemento Fim de Semana.
Em 1977 publicou seu primeiro livro, que se chamou O dia de ver meu pai, e que fez parte da Coleção do Pinto, junto a livros de Wander Piroli e Henry Corrêa de Araújo. No entato, sua estreia literária já havia ocorrido no ano de 1973, com a publicação do conto A Coisa Melhor do Mundo, no livro Os Contos da Mulher Brasileira.
Com a importante obra "O dia de ver meu pai", Vivina marca o panorama da literatura infanto-juvenil, trazendo ao público leitor uma obra madura na qual se dispõe a tratar com eles de um assunto até então proibiido nesta literatura: a separação conjugal.
Em 2002 e 2004 foi convidada pelo site do Banco Real a escrever contos online, que, inclusive, se encontram no site até hoje, na guia "Brincando na Rede".
Hoje Vivina trabalha com consultorias a editores, e produz literatura para jovens e adolescentes. Em seu penúltimo livro "Aqui em Nova Iorque, NY in loco", publicada em 2010 pela Editora Positivo, Vivina relata a viagem de uma mãe e seus dois filhos à cidade de Nova Iorque, pós atentado de 11 de Setembro. Em sua mais nova obra "Nós 4" publicada pela Editora Autentica em 2014, Vivina troca e-mails com João Carrascosa. O livro publica tanto os e-mails dos personagens Ana e Juju, quanto dos autores Vivina e João, dando aos leitores a oportunidade ímpar de presenciar o processo de criação dos autores.

Influências

Sua mais forte influência literária é o escritor brasileiro Graciliano Ramos. Viana, também por admirar a capacidade de Graciliano ser tão conciso e falar com tanta qualidade, escreve textos usando de uma linguagem clara, e direta, facilitando o contato com o leitor. Sobre Graciliano Ramos, Vivina publicou a obra Graciliano Ramos, uma pesquisa sobre aspectos da vida e obra do autor em 1981.
Além de trazer grandes contribuições por meio de obras que tratam de problemáticas do mundo urbanizado, Viana também dispensa ao público leitor doses de serenidade e pacificidade através de livros que se passam no pano de fundo rural. Nestas obras, fica evidente o valor do campo para a escritora
 
RONALD CLAVER
   

Ronald Claver Camargo nasceu em Belo Horizonte (MG), no dia 7 de setembro de 1946, Dia da Independência do Brasil.Mas ele se diz dependente das manhãs, dos ermos e da poesia. Sua mãe também nasceu em um feriado nacional, dia 15 de novembro, e, em homenagem à Proclamação da República, recebeu o nome de Olga Brasil. Olga era professora, casou-se com José Maria Camargo, que era funcionário público, e teve nove fi lhos, sete mulheres e dois homens. Ronald é dos mais novos, abaixo dele apenas uma menina.
A infância, o escritor passou em Belo Horizonte; brincou muito, jogou bola, pintou o sete! Quando nasceu, moravam no bairro Floresta, depois morou no Nova Suíça, no Parque Riachuelo e novamente no Gameleira. Dona Olga tinha uma sobrinha que era freira e que arrumou bons colégios para Ronald estudar. Porém, esses colégios fi cavam no interior do estado e, assim, Ronald estudou em Acesita, onde morou com uma irmã. Depois foi para Conceição do Mato Dentro, onde fi cou interno no Colégio São Francisco. De lá, foi para o Colégio Santo Antônio, em Santos Dumont, onde também estudou interno, e formou-se no Colégio Santo Antônio, de São João Del Rei, que era seminário. Como não tinha vocação para o sacerdócio, Ronald fez um teste vocacional, que apontou uma vida mais voltada para o ensino. Resolveu estudar Letras. Formou-se na Universidade Federal de Minas Gerais, em português e latim.
Em Santos Dumont, Ronald e sua turma editavam uma revista, em que ele publicou o seu primeiro conto. A revista, os meninos faziam sozinhos, sem nenhum infl uência dos padres, em uma prensa antiga, daquelas de letra por letra, e a capa era feita em xilogravura. Ronald, nessa época, também escrevia esquetes de teatro, mas ainda não imaginava que iria trabalhar com literatura. Foi no segundo grau, atual Ensino Médio, que ele tomou gosto pela escrita. Sempre foi um leitor voraz e começou a fazer uns poeminhas daqui e dali. As pessoas gostavam, e Ronald começou a publicá-los em pequenos jornais. Uma das manias que Ronald tinha era de a criar jornal.
Um deles chamava-se “A pelota”, feito para o time de futebol de várzea em que jogava. Graças a ele, Ronald conseguiu o seu primeiro emprego como redator na revista de um banco.
Na faculdade, Ronald se entrosou com o pessoal da “modernidade”. Primeiro, achou muito estranho, afi nal, estava acostumado com os clássicos da literatura que estudamos no colégio. Acabou por embarcar nessa onda e aprimorou mais seus textos, leu mais e participou de concursos. “Sou fruto de concursos literários”, diz. O primeiro livro que Ronald Claver publicou foi devido a um concurso que ganhou no Rio de Janeiro. Depois, vieram outros prêmios e outras publicações. Ronald ganhou, entre outros concursos literários, o Prêmio Nestlé, o Prêmio Casa das Américas (Cuba) e dois prêmios do Instituto Nacional do Livro.

3.  Estrutura da obra

a. Assunto — principal acontecimento sobre o qual gira a história.
As cartas trocadas por 2 adolescentes
b. Mensagem — pensamento ou conclusão do leitor a respeito da história.

E possível conhecer alguém por algo tao simples como uma carta
c. Enredo — conjunto dos fatos narrados.
Dois adolescentes começam a trocar cartas ,livros e cartões,e aos poucos vão se conhecendo e se apaixonando.
 
d. Justificativa do título — o porquê da escolha do título.
e o nome dos personagens principais.
e. Verossimilhança
A historia parece ser bem verdadeira, convense bem o leitor
 
f. Personagem — ser que vive a ação, responsável pelos acontecimentos da história.
Ana e Pedro
g. Espaço — lugar onde ocorrem as ações das personagens.
Belo Horizonte e São Paulo

i. Tempo — análise dos índices de tempo que o enredo apresenta.
 
1989
 
j. Narrador
primeira pessoa
 
k. Linguagem

informal
 
4. Opinião
gostei do livro e gostei mais ainda que os dois trocam cartas e não e-mails