Magia das letras
quarta-feira, 7 de outubro de 2015
domingo, 4 de outubro de 2015
1. Identificação
Em 1977 publicou seu primeiro livro, que se chamou O dia de ver meu pai, e que fez parte da Coleção do Pinto, junto a livros de Wander Piroli e Henry Corrêa de Araújo. No entato, sua estreia literária já havia ocorrido no ano de 1973, com a publicação do conto A Coisa Melhor do Mundo, no livro Os Contos da Mulher Brasileira.
Com a importante obra "O dia de ver meu pai", Vivina marca o panorama da literatura infanto-juvenil, trazendo ao público leitor uma obra madura na qual se dispõe a tratar com eles de um assunto até então proibiido nesta literatura: a separação conjugal.
Em 2002 e 2004 foi convidada pelo site do Banco Real a escrever contos online, que, inclusive, se encontram no site até hoje, na guia "Brincando na Rede".
Hoje Vivina trabalha com consultorias a editores, e produz literatura para jovens e adolescentes. Em seu penúltimo livro "Aqui em Nova Iorque, NY in loco", publicada em 2010 pela Editora Positivo, Vivina relata a viagem de uma mãe e seus dois filhos à cidade de Nova Iorque, pós atentado de 11 de Setembro. Em sua mais nova obra "Nós 4" publicada pela Editora Autentica em 2014, Vivina troca e-mails com João Carrascosa. O livro publica tanto os e-mails dos personagens Ana e Juju, quanto dos autores Vivina e João, dando aos leitores a oportunidade ímpar de presenciar o processo de criação dos autores.
Além de trazer grandes contribuições por meio de obras que tratam de problemáticas do mundo urbanizado, Viana também dispensa ao público leitor doses de serenidade e pacificidade através de livros que se passam no pano de fundo rural. Nestas obras, fica evidente o valor do campo para a escritora
E possível conhecer alguém por algo tao simples como uma carta
Autor: Viviana de Assis Viana, Ronald Claver Camargo
Obra: Ana e Pedro
Edição:30 edição
Local e data de publicação:São Paulo 2009
2. Pesquisa
Biografia do autor
Vivina de Assis
Vivina de Assis Viana é uma escritora brasileira. Formou-se em letras em Belo Horizonte, onde deu aula e morou até mudar-se para São Paulo.Obra
De 1990 até 1999 foi cronista do Estado de Minas Gerais, com publicações todos os domingos no suplemento Fim de Semana.Em 1977 publicou seu primeiro livro, que se chamou O dia de ver meu pai, e que fez parte da Coleção do Pinto, junto a livros de Wander Piroli e Henry Corrêa de Araújo. No entato, sua estreia literária já havia ocorrido no ano de 1973, com a publicação do conto A Coisa Melhor do Mundo, no livro Os Contos da Mulher Brasileira.
Com a importante obra "O dia de ver meu pai", Vivina marca o panorama da literatura infanto-juvenil, trazendo ao público leitor uma obra madura na qual se dispõe a tratar com eles de um assunto até então proibiido nesta literatura: a separação conjugal.
Em 2002 e 2004 foi convidada pelo site do Banco Real a escrever contos online, que, inclusive, se encontram no site até hoje, na guia "Brincando na Rede".
Hoje Vivina trabalha com consultorias a editores, e produz literatura para jovens e adolescentes. Em seu penúltimo livro "Aqui em Nova Iorque, NY in loco", publicada em 2010 pela Editora Positivo, Vivina relata a viagem de uma mãe e seus dois filhos à cidade de Nova Iorque, pós atentado de 11 de Setembro. Em sua mais nova obra "Nós 4" publicada pela Editora Autentica em 2014, Vivina troca e-mails com João Carrascosa. O livro publica tanto os e-mails dos personagens Ana e Juju, quanto dos autores Vivina e João, dando aos leitores a oportunidade ímpar de presenciar o processo de criação dos autores.
Influências
Sua mais forte influência literária é o escritor brasileiro Graciliano Ramos. Viana, também por admirar a capacidade de Graciliano ser tão conciso e falar com tanta qualidade, escreve textos usando de uma linguagem clara, e direta, facilitando o contato com o leitor. Sobre Graciliano Ramos, Vivina publicou a obra Graciliano Ramos, uma pesquisa sobre aspectos da vida e obra do autor em 1981.Além de trazer grandes contribuições por meio de obras que tratam de problemáticas do mundo urbanizado, Viana também dispensa ao público leitor doses de serenidade e pacificidade através de livros que se passam no pano de fundo rural. Nestas obras, fica evidente o valor do campo para a escritora
RONALD CLAVER
Ronald Claver Camargo nasceu em Belo Horizonte (MG), no dia 7 de setembro de 1946, Dia da Independência do Brasil.Mas ele se diz dependente das manhãs, dos ermos e da poesia. Sua mãe também nasceu em um feriado nacional, dia 15 de novembro, e, em homenagem à Proclamação da República, recebeu o nome de Olga Brasil. Olga era professora, casou-se com José Maria Camargo, que era funcionário público, e teve nove fi lhos, sete mulheres e dois homens. Ronald é dos mais novos, abaixo dele apenas uma menina.
A infância, o escritor passou em Belo Horizonte; brincou muito, jogou bola, pintou o sete! Quando nasceu, moravam no bairro Floresta, depois morou no Nova Suíça, no Parque Riachuelo e novamente no Gameleira. Dona Olga tinha uma sobrinha que era freira e que arrumou bons colégios para Ronald estudar. Porém, esses colégios fi cavam no interior do estado e, assim, Ronald estudou em Acesita, onde morou com uma irmã. Depois foi para Conceição do Mato Dentro, onde fi cou interno no Colégio São Francisco. De lá, foi para o Colégio Santo Antônio, em Santos Dumont, onde também estudou interno, e formou-se no Colégio Santo Antônio, de São João Del Rei, que era seminário. Como não tinha vocação para o sacerdócio, Ronald fez um teste vocacional, que apontou uma vida mais voltada para o ensino. Resolveu estudar Letras. Formou-se na Universidade Federal de Minas Gerais, em português e latim.
Em Santos Dumont, Ronald e sua turma editavam uma revista, em que ele publicou o seu primeiro conto. A revista, os meninos faziam sozinhos, sem nenhum infl uência dos padres, em uma prensa antiga, daquelas de letra por letra, e a capa era feita em xilogravura. Ronald, nessa época, também escrevia esquetes de teatro, mas ainda não imaginava que iria trabalhar com literatura. Foi no segundo grau, atual Ensino Médio, que ele tomou gosto pela escrita. Sempre foi um leitor voraz e começou a fazer uns poeminhas daqui e dali. As pessoas gostavam, e Ronald começou a publicá-los em pequenos jornais. Uma das manias que Ronald tinha era de a criar jornal.
Um deles chamava-se “A pelota”, feito para o time de futebol de várzea em que jogava. Graças a ele, Ronald conseguiu o seu primeiro emprego como redator na revista de um banco.
Na faculdade, Ronald se entrosou com o pessoal da “modernidade”. Primeiro, achou muito estranho, afi nal, estava acostumado com os clássicos da literatura que estudamos no colégio. Acabou por embarcar nessa onda e aprimorou mais seus textos, leu mais e participou de concursos. “Sou fruto de concursos literários”, diz. O primeiro livro que Ronald Claver publicou foi devido a um concurso que ganhou no Rio de Janeiro. Depois, vieram outros prêmios e outras publicações. Ronald ganhou, entre outros concursos literários, o Prêmio Nestlé, o Prêmio Casa das Américas (Cuba) e dois prêmios do Instituto Nacional do Livro.
A infância, o escritor passou em Belo Horizonte; brincou muito, jogou bola, pintou o sete! Quando nasceu, moravam no bairro Floresta, depois morou no Nova Suíça, no Parque Riachuelo e novamente no Gameleira. Dona Olga tinha uma sobrinha que era freira e que arrumou bons colégios para Ronald estudar. Porém, esses colégios fi cavam no interior do estado e, assim, Ronald estudou em Acesita, onde morou com uma irmã. Depois foi para Conceição do Mato Dentro, onde fi cou interno no Colégio São Francisco. De lá, foi para o Colégio Santo Antônio, em Santos Dumont, onde também estudou interno, e formou-se no Colégio Santo Antônio, de São João Del Rei, que era seminário. Como não tinha vocação para o sacerdócio, Ronald fez um teste vocacional, que apontou uma vida mais voltada para o ensino. Resolveu estudar Letras. Formou-se na Universidade Federal de Minas Gerais, em português e latim.
Em Santos Dumont, Ronald e sua turma editavam uma revista, em que ele publicou o seu primeiro conto. A revista, os meninos faziam sozinhos, sem nenhum infl uência dos padres, em uma prensa antiga, daquelas de letra por letra, e a capa era feita em xilogravura. Ronald, nessa época, também escrevia esquetes de teatro, mas ainda não imaginava que iria trabalhar com literatura. Foi no segundo grau, atual Ensino Médio, que ele tomou gosto pela escrita. Sempre foi um leitor voraz e começou a fazer uns poeminhas daqui e dali. As pessoas gostavam, e Ronald começou a publicá-los em pequenos jornais. Uma das manias que Ronald tinha era de a criar jornal.
Um deles chamava-se “A pelota”, feito para o time de futebol de várzea em que jogava. Graças a ele, Ronald conseguiu o seu primeiro emprego como redator na revista de um banco.
Na faculdade, Ronald se entrosou com o pessoal da “modernidade”. Primeiro, achou muito estranho, afi nal, estava acostumado com os clássicos da literatura que estudamos no colégio. Acabou por embarcar nessa onda e aprimorou mais seus textos, leu mais e participou de concursos. “Sou fruto de concursos literários”, diz. O primeiro livro que Ronald Claver publicou foi devido a um concurso que ganhou no Rio de Janeiro. Depois, vieram outros prêmios e outras publicações. Ronald ganhou, entre outros concursos literários, o Prêmio Nestlé, o Prêmio Casa das Américas (Cuba) e dois prêmios do Instituto Nacional do Livro.
3. Estrutura da obra
a. Assunto — principal acontecimento sobre o qual gira a história.
As cartas trocadas por 2 adolescentes
b. Mensagem — pensamento ou conclusão do leitor a respeito da história.
E possível conhecer alguém por algo tao simples como uma carta
c. Enredo — conjunto dos fatos narrados.
Dois adolescentes começam a trocar cartas ,livros e cartões,e aos poucos vão se conhecendo e se apaixonando.
d. Justificativa do título — o porquê da escolha do título.
e o nome dos personagens principais.
e. Verossimilhança
A historia parece ser bem verdadeira, convense bem o leitor
f. Personagem — ser que vive a ação, responsável pelos acontecimentos da história.
Ana e Pedro
g. Espaço — lugar onde ocorrem as ações das personagens.
Belo Horizonte e São Paulo
i. Tempo — análise dos índices de tempo que o enredo apresenta.
1989
j. Narrador
primeira pessoa
k. Linguagem
informal
4. Opinião
gostei do livro e gostei mais ainda que os dois trocam cartas e não e-mails
sexta-feira, 4 de setembro de 2015
Historia dos correios no Brasil
O Período Imperial (1822-1889)

Durante o Período Imperial, por necessidade política e econômica, D. Pedro I fez grandes reformas e progressos nos Correios brasileiros. Definida a permanência da família Real no Brasil, era necessária uma evolução no quadro postal do país para atender as demandas da Corte Portuguesa, que não poderia ficar para trás de outros países da Europa nesta área de serviços postais. Nesta fase de independência e soberania nacional, o Príncipe Regente reorganizou e iniciou o processo de criação e administração dos correios de províncias, incluindo várias ações. Entre as reformas postais instituídas por D. Pedro I, citamos o pagamento prévio de franquia unificada (antes as correspondências eram pagas pelo destinatário ao retirar a mercadoria), o lançamento dos primeiros selos postais, a criação de quadro de carteiros, de caixas de coleta e de cartões postais, a distribuição domiciliária de correspondência na Corte e nas Províncias, entre outras. Outro fator importante foi o estabelecimento do serviço telegráfico na país, e a adesão do Brasil por meio de tratados aos organismos internacionais de telecomunicações recém criados. Essas reformas deram o impulso que faltava aos Correios para crescerem e atenderem as demandas não só da Corte, mas também da população ainda pequena e subdesenvolvida do recém independente país. Alguns fatos marcaram esse período pela importância histórica, e também pelo lado administrativo e organizacional dos Correios. Em ordem cronológica, citamos alguns dos mais marcantes:
1822- o mensageiro Paulo Bregaro entrega a D. Pedro I, às margens do riacho do Ipiranga, no dia 7 de setembro, correspondência da Imperatriz Leopoldina informando sobre as novas exigências de Portugal para com o Brasil. Ao lê-la, D. Pedro reagiu às imposições da Corte Portuguesa e declarou a Independência do Brasil. Paulo Bregaro é considerado o patrono dos carteiros.
1828- José Clemente Pereira, Ministro e Secretário de Negócios do Império apresenta a proposta de reorganização dos serviços postais, formalizada por Decreto em 30 de setembro.
1829- em complemento ao Decreto do ano anterior, D. Pedro I determina a unificação de todas as linhas postais até então existentes numa administração geral, a Administração dos Correios e também as administrações nas províncias, por meio de Decreto em 5 de março.
1831- extinção do cargo de Diretor Geral dos Correios, ficando as decisões a cargo do Ministro do Império e nas províncias aos presidentes.
1835- início da entrega domiciliar de correspondências, uso de uniformes com bolsa de cartas para entrega e outra para recebimento de cartas de transeuntes.
1840- Rowland Hill cria o primeiro selo adesivo na Inglaterra, o Penny Black, como parte da reforma Reforma Postal Inglesa, para a franquia prévia de cartas.
1841- D. Pedro II é nomeado para o segundo reinado, em 17 de julho.
1842- reforma postal seguindo à regra inglesa de franquia prévia pelo remetente, com adoção de selo postal.
1843- emissão dos primeiros selos brasileiros, denominados "Olho-de-Boi", nos valores de 30, 60 e 90 réis, em 1º de agosto, considerado o Dia do Selo.
1852- instalação do primeiro telégrafo elétrico no Brasil, a primeira ligação oficial ocorreu entre o Quartel-General do Exército, no Rio de Janeiro, e a residência imperial da Quinta da Boa Vista.
1861- criação da Secretaria do Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, com os quais estavam ligados os Correios. Foram regulamentadas as trocas de correspondencias entre estados estrangeiros.
1865- início do serviço de vale-postal.
1866- os selos passaram a ser picotados e apresentavam a efígie de D. Pedro II.
1872- lançados os primeiros cartões postais ilustrados.
1877- adesão do Brasil no tratado relativo à criação da União Geral dos Correios, em Berna, Suiça (1874).
1878- lançamento do primeiro selo de duas cores, o auriverde (verde e amarelo).
1879- a União Geral dos Correios, desde o Congresso de Paris, passou a se chamar União Postal Universal.
1880- início do uso de bilhetes postais.
1882- edição do Guia Postal do Império do Brasil.
1888- divulgado o último decreto imperial que promovia nova reforma postal no país.
Fonte:
www.correios.com.br/institucional/conheca_correios
O Período da Regência Joanina ou Reino Unido (1808-1822)

Precipitada pelas guerras Napoleônicas, a família Real Portuguesa chega ao país-colônia em 7 de março de 1808 e se estabelece na cidade do Rio de Janeiro, ficando por terras brasileiras até 1821. Esse período ficou conhecido como Regência Joanina, e teve o príncipe D. João como regente devido ao estado mental de sua mãe, D. Maria I, conhecida como Maria, a Louca. Durante sua regência, D. João estabeleceu os correios interiores, interligado à cidade do Rio de Janeiro. No mesmo ano, em 14 de julho, foi inaugurada a rota marítima entre o Brasil e a Inglaterra, com partida do Porto de Falmouth e destino na cidade do Rio de Janeiro, passando pela Ilha da Madeira, Pernambuco e Bahia. Entre suas principais datas, podemos citar:
1812- expedido, em 23 de setembro, o Aviso que determinava o valor dos portes das encomendas e nomeava os Agentes de Correio no país.
1813- em 28 de junho foi estabelecido os Correios Interiores da Bahia e do Maranhão.
1815- o Brasil é elevado a categoria de Reino Unido.
1817- criação de um correio regular entre São Paulo e Rio Grande do Sul, executado pelo militar José Pedro César.
1818- D. João VI é aclamado rei em 6 de fevereiro.
Fonte:
O Período Colonial (1500-1808)

O início oficial de serviço de correios no país foi nitidamente demarcado pela carta de Pero Vaz, fato histórico de grande importância mundial. O desenvolvimento postal pós-1500, porém, foi bastante lento, como aliás era o serviço na época. Desorganizado, fazia com que Portugal, responsável pelo tráfego de correspondência no Período Colonial, recorrese até a nações vizinhas. Muitas foram as tentativas de organização, como a nomeação de Luiz Homem em 1520 para o cargo de Correio-Mor do Reino, e depois em 1532 com sua morte, a nomeção de Luiz Afonso para o mesmo cargo. Neste mesmo ano foi fundada a Vila de São Vicente, considerada a primeira cidade do Brasil e dois anos após, em 1534, foi instituído pelo rei D. João III o regime de Capitanias Hereditárias, que estimulou o surgimento de novas cidades como Olinda/PE, Ilhéus/BA, Porto Seguro/BA, Santo André/SP e Angra dos Reis/RJ, que iniciou o crescimento e a organização socioeconomica do Brasil-Colônia e que obrigava a procura de melhores serviços de postagem. Sucederam-se daí em diante várias nomeações de Correio-Mor do Reino, em 1673 foi criado o Correio-Mor das Cartas do Mar e ainda não se tinha um modelo eficiente. O fato que definitivamente impulsionou a modernização do serviço postal foi a chegada da Família Real no Brasil, em 1808, com a formulação em 22 de novembro daquele ano do Regulamento Provisional, da Administração Geral dos Correios da Coroa e Província do Rio de Janeiro, o primeiro Regulamento Postal do Brasil, instituído por D. Fernando José de Portugal, o Marques de Aguiar. A partir de então passou ao funcionamento regular dos Correios Marítimos e a criação de Correios Interiores, que começavam a ramificar as ligações postais em território nacioanal.
Além dos já aqui citados, os principais fatos postais e históricos que marcaram o Período Colonial foram:
1548- D. João III cria, em 17 de dezembro, o Governo-Geral do Brasil, com sede na Capitania da Bahia, e no ano seguinte é nomeado Tomé de Souza o primeiro governador, sendo Salvador a primeira capital federal.
1554- É fundado o Colégio São Paulo pelos jesuítas, que daria origem a capital paulista.
1565- Estácio de Sá, sobrinho de Mem de Sá, funda em 1º de março a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, que viria a ser a segunda capital do País.
1663- O dia 25 de janeiro, data da nomeção do alferes João Cavalheiro Cardozo para o cargo de Correio da Capitania do Rio de Janeiro, é considerada a data inicial da instituição da atividade postal regular no país. Foi nesta data que se originou os Correios-Mores no Brasil e nesta data é comemorado o Dia do Carteiro.
1773- Foi estabelecida a primeira comunicação postal terrestre entre São Paulo e Rio de Janeiro, em 1º de setembro, um serviço de estafetas criado pelo governador da capitanis de São Paulo, D. Luis de Sousa Botelho Mourão.
1797- O ofício de Correio-Mor do Reino foi extinto e reincorporado à Coroa por intermédio de Alvará em 16 de março. Com a nomeação de D. Rodrigo de Sousa Coutinho para o cargo de Ministro de Estado da Marinha e Ultramares, foi constatada a necessidade de o Estado reivindicar para a Coroa a Administração dos Serviços Postais, tendo como primeiro diretor dos Correios, Luis Pinto de Souza.
1798- Foi instituído o processo de organização postal dos correios terrestres e estabelecida linha regular entre Brasil e Portugal (Rio e Lisboa). Instalava-se no Rio de Janeiro a Administrãção dos Correios, que teria funcionado no Paço Real, junto às instalações do Tribunal de Relação e da Casa da Moeda, onde eram distribuídas as cartas que chegavam do Portugal, tendo como primeiro administrador Antonio Rodrigues da Silva. Foi regulado o serviço postal interno, e criada a primeira agência postal brasileira, em Campos/RJ.
1799- Em 1º de abril foi criado o Regulamento Provisional e o cálculo do porte foi a partir de então estabelecido pelo peso da correspondência e pela distância de entrega.
1801- Criado o serviço de Caixa Postal na cidade do Rio de Janeiro, e criado também o serviço Registrado para o interior.
1805- Estabelecido em Portugal, em 8 de abril, o decreto que instituía a "Nova Regulação de Correios" para Portugal e Colônias.
1808- Chegada da Família Real Portuguesa no Brasil e início do Período da Regência Joanina e Reino Unido.
Fonte:
Correios, o início: A Carta de Pero Vaz de Caminha

Escrita em 1500 para descrever a descoberta dos portugueses de novas terras, a Carta de Pero Vaz de Caminha, datada em Porto Seguro no dia 1 de maio daquele mesmo ano e levada à Lisboa por Gaspar de Lemos, comandante da frota de mantimentos, representa a Certidão de Nascimento do país e o início simbólico do serviço postal brasileiro. Foi destinada ao rei de Portugal, D. Mamoel I, conta a descoberta oficial da Terra da Vera Cruz e relata de forma entusiamada detalhes da viagem e da chegada, sendo o primeiro documento escrito da história do Brasil. Por questões políticas de Portugal frente suas novas descobertas no século XV, pois não queriam que os espanhóis soubessem, a carta manteve-se inédita por mais de 2 séculos no Arquivo Nacional da Torre do Tombo, sendo descoberta em 1773 por José de Seabra da Silva e noticiada pelo historiador espanhol Juan Bautista Muñoz. Foi publicada no Brasil pelo padre Manoel Aires de Casal, em 1817 e seus detalhes revelam o excessivo entusiasmo frente às novas descobertas do Novo Mundo.
Linguisticamente, a carta apresenta um português muito diferente do nosso português atual, resultando em algumas dúvidas de tradução, o que não impede de conseguirmos traduzi-lo no contexto geral. Seu texto é objetivo, relatando não só detalhes ricos de lugares e pessoas, mas também a impressão pessoal do autor. Caminha chega a fazer trocadilhos e brincadeiras com as novas terras e também com as índias, comparando-as com as mulheres portuguesas. Sua característica humana é marcada por passagens corriqueiras da vida dos índios, seus costumes e lugares, além disso torna-se um importante documento de legitimidade da nova descoberta. À época, as expedições marítimas portuguesas encontravam certa resistência em explorar terras americanas, pois outras nações européias também reivindicavam esse direito. Para "regularizar" a situação, a carta serviu como testemunho desse novo achado e hoje representa incontestavelmente um documento de extrema importância para a História. De qualquer forma, fato é que a chegada dos portugueses moldaram de forma definitiva a imagem do país que viria a ser chamado de Brasil. Com a chegada dos nossos patrícios o país entrou definitivamente no contexto global, e nossa cultura foi a partir dali construída, resultando em tudo o que somos atualmente tanto política, religiosa e socialmente, levando-se em conta, obviamente, a influência de outros povos que vieram para cá.
Curiosamente, o primeiro relato de nepotismo que se tem notícia no país encontra-se na carta. Pero Vaz pede a D. Manoel I um emprego para um sobrinho, do qual descreve um rapaz competente e cumpridor de deveres. Hoje a carta encontra-se em Portugal, no Arquivo Nacional da Torre do Tombo, em Lisboa.
Veja a Carta de Caminha na íntegra em português "traduzido":
E em português "original":
Fontes:
Alexander Graham Bell

O escocês Alexander Graham Bellnasceu em 3 de março de 1847, em Edimburgo, Nova Escócia. Cientista e inventor, Bell descende de uma família de educadores. Seu avô lecionava em Londres, seu tio em Dublin e seu pai, Alexander Melville Bell, em Edimburgo. Aos 16 anos Bell já dava aulas de elocução e música em Elgin, Escócia, e de 1866 a 1867 foi instrutor na Universidade de Somersetshire, Inglaterra. Deveu-se à surdez de sua mãe sua atenção pela ciência da acústica, campo em que seu pai já havia publicado alguns livros, especialmente voltados para a linguagem de sinais e leitura labial. Seu interesse pelo aparelho telefônico começou cedo. Aos 23 anos, então no Canadá juntamente com a família, projetou um piano que transmitia som a distância graças a impulsos elétricos. Os métodos de sua família de ensino a surdos e mudos lhe foram legados, e logo Graham Bell ficou famoso pelo belo trabalho neste campo, publicando alguns tratados. Com financiamento do sogro, Gardiner Greene Hubbard, conseguiu uma patente nos Estados Unidos, sob número 174.465, sobre "o método de, e o instrumento para, transmitir sons vocais ou outros telegraficamente, causando ondulações eléctricas, similares às vibrações do ar que acompanham o som vocal." Simplesmente, o telefone. Ao todo, Bell conseguiu registrar 18 patentes próprias e outras 12 com colaboradores. Destas, as mais importantes são 14 para o telefone e o telégrafo, 4 para o photophone (transmissão de som em um feixe de luz), 1 para o fonógrafo, 5 para veículos aéreos, 4 para hidroaviões, e 2 para a pilha de selênio. Em 1888 era um dos membros fundadores da National Geographic Society, sendo seu segundo presidente. Além de várias honrarias recebidas durante sua vida, Bell fundou a Bell Telephone Company, em 1877, graças também ao financiamento de seu sogro, e em 1879 a companhia comprou da Western Union, fundada por Thomás Edison, inventor da lâmpada, as patentes do microfone de carbono, que melhorou a eficiência do telefone em chamadas de longa distância. Com algumas fusões a empresa passou a chamar-se American Bell Telephone Company. Atualmente, a empresa AT&T, de 2005, é uma sequência de várias outras fusões. Casou-se em 1877 com Mabel Hubbard, e faleceu em 2 de agosto de 1922, na Nova Escócia. A patente de Bell foi diversas vezes contestada, e a mais importante é do italiano Antonio Meucci, que teria testado um aparelho semelhante em 1849, em Cuba. Meucci não deu sequência por motivos de doença, porém foi reconhecido como verdadeiro inventor do telefone em 2002, pelo Congresso dos Estados Unidos. A patente de Meucci foi vendida a Bell em 1870.
Fonte:
www.wikipedia.org
Samuel Morse
Samuel Finley Breese Morse nasceu em Charlestown, estado de Massachusets, Estados Unidos, em 27 de abril de 1791. Inventor e pintor de retratos e cenas históricas, tornou-se famoso pela invenção do código morse e dotelégrafo. Aos 4 anos de idade mostrava interesse por desenhos, e aos 14 já ganhava algum dinheiro com suas obras. Seus pais, preocupados com seu futuro, preferiram transformá-lo em vendedor de livros, mas sua perseverança fez com que eles o colocassem em uma escola de artes. Foi estudar pintura na Inglaterra, na Royal Academy de Londres e fez alguns trabalhos considerados obras-primas do gênero. Em 1826, de volta aos EUA, fundou a National Academy of Design, mas sua outra paixão já havia aflorado ainda no tempo do colégio. Interessado em eletricidade, matéria pouca conhecida no início do século XIX, estudou sobre ela paralelamente, e em 1830 cria o telégrafo elétrico. O primeiro aparelho só fica pronto em 1835, e em 1839 finaliza as pesquisas com o Código Morse. O sistema funciona basicamente por meio de combinações de pontos, traços e espaçamento, transmitidos por impulsos elétricos. Em 1843 constrói a primeira linha telegráfica do mundo, entre Baltimore e Washington. A primeira mensagem telegráfica ocorre no ano seguinte: "What that God wrought!", que significa: "Que obra fez Deus!". Graças a construção de diversas outras linhas pelo país, morreu rico em 2 de abril de 1872.
Fonte:
Johannes Gutemberg
Nascido entre 1390 e 1400 em Mogúncia, Alemanha, Johannes Gutemberg, ouJohannes Geinsfleisch zur Laden zum Gutemberg, ficou conhecido como o inventor da Imprensa. Com forte inclinação para a leitura desde os tempos de infância, Gutemberg lia os livros manuscritos da época, que eram feitos por monges e escribas e que demoravam meses para ficarem prontos, além de terem um custo elevado e pouca tiragem. Sua idéia começou a brotar, segundo consta, observando os nobres da época selando documentos com o brasão em alto relevo gravado em seus anéis, atestando documentos importantes. Aplicado, Gutemberg observou os tipos de prensas fixas de madeira já existentes na Europa e as adaptou para prensas de tipos móveis de chumbo fundido, mais resistentes e flexíveis, que deram ao processo de impressão maior agilidade. Como já havia sido joalheiro, possuía habilidade para trabalhar o chumbo derretido, o que facilitou sua tarefa. Ele adaptou essa prensa móvel em uma máquina utilizada para espremer o suco das uvas no fabrico de vinho da região onde nasceu, que ficava no vale do Reno, processo do qual já estava familiarizado. Durante a vida, Gutemberg foi aperfeiçoando tanto a parte mecânica como o papel e tintas utilizados, conseguindo um trabalho de ótimo acabamento. Durante quase 5 anos trabalhou, associado a um comerciante local, para impressão de seu primeiro livro, a Bíblia, com 42 páginas, que ficou pronta em 1456. Esse tempo levou-o à falência ainda durante os trabalhos, e a oficina de impressão passou às mãos dos sócios Fust e Schöffer, que lançaram a Bíblia. Por méritos, o livro ficou conhecido como a Bíblia de Gutemberg, apesar de oficialmente não lhe pertencer. Nosso gênio só não chegou a miséria graças a ajuda de um amigo, que lhe montou uma oficina de impressão. Mas, a essa altura, Gutemberg já não tinha mais a força da juventude. Faleceu em 3 de fevereiro de 1468, com cerca de 70 anos. O padre católico Adam Gelthus gravou em seu túmulo as palavras que lhe orgulham e enaltecem: "O Inventor da Arte de Imprimir".Fonte:
http://www.wikipedia.org/
Pombo Correio
Os pombos-correio foram durante muito tempo utilizados para o envio de mensagens escritas e constituíram um capítulo especial
na história das comunicações. Desde os tempos de Aristóteles já se notava sua habilidade (ou instinto) para retornar ao local onde nascera ou fora criado mesmo a mais de 1000 km de distância. Sua importância para a história fica claramente notada na época do Império Romano, quando foram utilizados como estratégia de comunicação entre as legiões de seus soldados. Chegaram a formar, particularmente, um exército próprio com mais de 6000 pombos treinados, que percorriam toda a costa do Mediterrâneo levando informações a até 60kh/h. Dessa maneira, César e seus comandantes ficavam sabendo de notícias de invasões e movimentação de seus inimigos. Já há cerca de 3000 anos antes de nossa era tem-se conhecimento de sua utilização no Egito. Mais recentemente foram utilizados na 1º e 2º Guerra Mundial, e também na Guerra do Vietnã. Atualmente existem clubes que realizam competições de pombo-correio, com finalidade esportiva. Hoje sabe-se que os pombos, assim como o homem, o salmão e alguns outros animais possuem em seu cérebro cristais de magnetita, um elemento natural utilizado em bússolas, que alinham-se no campo magnético da Terra, facilitando sua localização.
Fonte:
Alfabeto
A palavra alfabeto é de origem grega (alphabetos), derivada do latimalphabetum, formada pelas duas primeiras letras do alfabeto grego,alfa e beta, e signifca um conjunto de letras utilizadas para escrever. Não se sabe ao certo a verdeira data do surgimento do alfabeto. Sabe-se que no começo do ano 900a.C. os gregos adotaram o alfabeto fenício, que é utilizado até hoje, e que influenciou todos os alfabetos europeus. O alfabeto latino, que foi adotado em toda a Europa, teve como origem o alfabeto grego, e o alfabeto utizado na Língua Portuguesa é dele derivado.Fonte:
www.wikipedia.org
Hieróglifos
Hieróglifo ou hieroglifo é cada um dos sinais da escrita de antigas civilizações, como as egípcias, as hititas e os maias. Forma-se da junção de duas palavras gregas,hierós (sagrado) + glýphein (escrita), e somente sacerdotes, membros da realeza, altos cargos e escribas dominavam a técnica, que era considerada sagrada e forma o mais antigo sistema de escrita do mundo. Os hieróglifos foram usados durante um período de cerca de 3500 anos, de 3000a.C. até agosto de 394d.C., data da última inscrição que se tem notícia, encontrada em uma pedra na Ilha de Filae, ilha egípcia localizada no rio Nilo. Foram criados cerca de 6900 sinais, e coube ao francês Jean François Champollion (*1790 - +1832) decifrá-los. Sua complexidade e as diversas invasões de povos estrangeiros às terras egípcias levaram ao seu desaparecimento. Novas técnicas foram introduzidas, entre elas os idiomas grego e latino. Também o Cristianismo, ao negar a religião politeísta local cintribuíram para seu desaparecimento.Fonte:
www.wikipedia.org
Os Primórdios da Comunicação
Desde os primórdios da humanidade, a comunicação faz parte da vida das pessoas. Muito diferente dos dias atuais, os homens primitivos começaram a tentar se comunicar desenhando nas paredes das cavernas. Os egípcios desenvolveram os hieróglifos, técnica parecida com os atuais gibis, e aos poucos a humanidade foi desenvolvendo oalfabeto. Alguns povos desenvolveram outras técnicas diferentes da escrita para se comunicar. Os africanos desenvolveram a linguagem de tambores, baseada nas batidas que continham significados distintos. Os índios americanos utilizavam os famosos "sinais de fumaça", e os índios brasileiros imitavam sons de pássaros para enviar mensagens. Com o decorrer do tempo, novos meios foram utilizados. Na Idade Média, os arautos do Rei liam as mensagens em praça pública. Nesse período foi inventado o correio, semelhante ao atual,para o envio de correspondências e também foi amplamente utilizado oPombo Correio para o mesmo fim. Os livros também já existiam mas eram escritos a mão, até que no século XV o alemão Johannes Gutemberg (*1390 - +1468) inventou a Imprensa. Já no século XIX, o americano Samuel Morse inventou o código morse e o telégrafo, permitindo o envio de mensagens instantâneas para longas distâncias. O rádio e a televisão facilitaram ainda mais o poder de comunicação do homem, mas talvez uma das mais importantes ferramentas de comunicação inventadas até hoje foi o telefone. Alexander Graham Bell(*3/03/1847 - +2/08/1922), escocês, criou o telefone em 1876 e fundou a companhia telefônica Bell. Graças a esse sistema podemos hoje utilizar o fax e até mesmo a internet. Ajudados por satélites, hoje a comunicação se processa instantaneamente em todo o planeta, possibilitando a todos o acesso a informação em qualquer canto da Terra.
Fontes:
www.oifuturo.org.br
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sábado, 29 de agosto de 2015
museu da PUC
vi muitas coisas no museu da PUC aprendi sobre os animais,e sobre a vida deles no dia a dia.
Vi também muitos animais empalhados e fossilizados e aprendi o modo de vida deles,vi alguns animais da mega fauna,e também aprendi um pouco sobre os dinossauros.
Maria Clara M e Maria Clara C.
Vi também muitos animais empalhados e fossilizados e aprendi o modo de vida deles,vi alguns animais da mega fauna,e também aprendi um pouco sobre os dinossauros.
Maria Clara M e Maria Clara C.
Malala
Malala Yousafzai (em pachto ملاله یوسفزۍ[2] em urdu: ملالہ یوسف زئی Malālah Yūsafzay; Swat, 12 de julho de 1997) é uma ativista paquistanesa. Foi a pessoa mais nova a ser laureada com um prémio Nobel.[3] É conhecida principalmente pela defesa dos direitos humanos das mulheres e do acesso à educação na sua região natal do vale do Swat na província de Khyber Pakhtunkhwa, no nordeste do Paquistão, onde os talibãs locais impedem as jovens de frequentar a escola. Desde então, o ativismo de Malala tornou-se um movimento internacional.
A família de Malala gere uma cadeia de escolas na região. No início de 2009, quando tinha 11-12 anos de idade, Malala escreveu para a BBC um blog sob pseudónimo, no qual detalhava o seu cotidiano durante a ocupação talibã, as tentativas destes em controlar o vale e os seus pontos de vista sobre a promoção da educação para as jovens no vale do Swat. No verão seguinte, o New York Times publicou um documentário[4] sobre o cotidiano de Malala à medida que o exército paquistanês intervinha na região. A popularidade de Malala aumentou consideravelmente, dando entrevistas na imprensa e na televisão e sendo nomeada para o prémio internacional da Criança pelo ativista sul-africano Desmond Tutu.
Na tarde de 9 de outubro de 2012, Malala entrou num autocarro escolar na província de Khyber Pakhtunkhwa. Um homem armado chamou-a pelo nome, apontou-lhe uma pistola e disparou três tiros. Uma das balas atingiu o lado esquerdo da testa e percorreu o interior da pele, ao longo da face e até ao ombro.[5] Nos dias que se seguiram ao ataque, Malala manteve-se inconsciente e em estado grave. Quando a sua condição clínica melhorou foi transferida para um hospital em Birmingham na Inglaterra. Em 12 de outubro, um grupo de 50 clérigos islâmicos paquistaneses emitiu uma fátua contra os homens que a tentaram matar, mas os talibãs reiteraram a sua intenção de matar Malala e o pai. A tentativa de assassinato desencadeou um movimento de apoio nacional e internacional. A Deutsche Welle escreveu em 2013 que Malala se tornou "a mais famosa adolescente em todo o mundo".[6] O enviado especial das Nações Unidas para a educação global, Gordon Brown, lançou uma petição da ONU em nome de Malala com o slogan I am Malala ("Eu sou Malala"), exigindo que todas as crianças do mundo estivessem inscritas em escolas até ao fim de 2015, petição que impulsionou a retificação da primeira lei de direito à educação no Paquistão.[7]
Em 29 de abril de 2013, Malala foi capa da revista Time e considerada uma das 100 pessoas mais influentes do mundo. Em 12 de julho do mesmo ano, Malala discursou na sede da Organização das Nações Unidas, pedindo acesso universal à educação. Malala foi ainda homenageada com o prémio Sakharov de 2013. Em fevereiro de 2014, foi nomeada para o World Children's Prize na Suécia.[8] Em 10 de outubro, foi anunciada a atribuição do Nobel da Paz a Malala pela sua luta contra a repressão de crianças e jovens e pelo direito de todas as crianças à educação. Com apenas 17 anos, Malala foi a mais jovem laureada com o Nobel.[9] [10] Malala partilhou o Nobel com Kailash Satyarthi, um ativista indiano dos direitos das crianças.[11]
A família de Malala gere uma cadeia de escolas na região. No início de 2009, quando tinha 11-12 anos de idade, Malala escreveu para a BBC um blog sob pseudónimo, no qual detalhava o seu cotidiano durante a ocupação talibã, as tentativas destes em controlar o vale e os seus pontos de vista sobre a promoção da educação para as jovens no vale do Swat. No verão seguinte, o New York Times publicou um documentário[4] sobre o cotidiano de Malala à medida que o exército paquistanês intervinha na região. A popularidade de Malala aumentou consideravelmente, dando entrevistas na imprensa e na televisão e sendo nomeada para o prémio internacional da Criança pelo ativista sul-africano Desmond Tutu.
Na tarde de 9 de outubro de 2012, Malala entrou num autocarro escolar na província de Khyber Pakhtunkhwa. Um homem armado chamou-a pelo nome, apontou-lhe uma pistola e disparou três tiros. Uma das balas atingiu o lado esquerdo da testa e percorreu o interior da pele, ao longo da face e até ao ombro.[5] Nos dias que se seguiram ao ataque, Malala manteve-se inconsciente e em estado grave. Quando a sua condição clínica melhorou foi transferida para um hospital em Birmingham na Inglaterra. Em 12 de outubro, um grupo de 50 clérigos islâmicos paquistaneses emitiu uma fátua contra os homens que a tentaram matar, mas os talibãs reiteraram a sua intenção de matar Malala e o pai. A tentativa de assassinato desencadeou um movimento de apoio nacional e internacional. A Deutsche Welle escreveu em 2013 que Malala se tornou "a mais famosa adolescente em todo o mundo".[6] O enviado especial das Nações Unidas para a educação global, Gordon Brown, lançou uma petição da ONU em nome de Malala com o slogan I am Malala ("Eu sou Malala"), exigindo que todas as crianças do mundo estivessem inscritas em escolas até ao fim de 2015, petição que impulsionou a retificação da primeira lei de direito à educação no Paquistão.[7]
Em 29 de abril de 2013, Malala foi capa da revista Time e considerada uma das 100 pessoas mais influentes do mundo. Em 12 de julho do mesmo ano, Malala discursou na sede da Organização das Nações Unidas, pedindo acesso universal à educação. Malala foi ainda homenageada com o prémio Sakharov de 2013. Em fevereiro de 2014, foi nomeada para o World Children's Prize na Suécia.[8] Em 10 de outubro, foi anunciada a atribuição do Nobel da Paz a Malala pela sua luta contra a repressão de crianças e jovens e pelo direito de todas as crianças à educação. Com apenas 17 anos, Malala foi a mais jovem laureada com o Nobel.[9] [10] Malala partilhou o Nobel com Kailash Satyarthi, um ativista indiano dos direitos das crianças.[11]
As Tartarugas
Quando esta história se inicia já se passaram 500 anos, tal a lentidão com que ela é narrada.
Estão sentadas à beira de uma estrada três tartarugas jovens, com 800 anos cada uma, uma tartaruga mais velha com 1200 anos e a mais nova com 850 anos. As cinco tartarugas estão sentadas, dizia eu. E dizia-o muito bem, pois elas estão sentadas mesmo. Vinte e oito anos depois do começo desta história a tartaruga mais velha abriu a boca e disse:
- Que tal se fizéssemos alguma coisa para quebrar a monotonia desta vida?
E então a tartaruga mais nova disse:
- Vamos virar ninjas!
E a mais velha disse:
- Eu serei a sensei.
Todas concordaram e assim começamos todos os leitores a achar essa história mais interessante (pelo menos eu acho que era muito chato ler sobre tartarugas)
Após as tartarugas conversarem sobre esta ideia (imagino que saibam que demorou bastante esta conversa). Enfim foi assim que começou a existir as tartarugas ninjas, após algum tempo de treinamento e muito esforço todas as tartarugas de alguma maneira que nem eu sei como, elas ficaram rápidas e fortes.
Pouco depois de ficarem fortes e rápidas já conseguiram ir combater o crime e até mesmo de alguma forma que eu também não sei como, acabaram ficando melhores que os policiais até mesmo do estado e tiveram combates de uma forma que eu também não sei como!!! Começaram a lutar também com outros animais!!!!! E conheceram muitos vilões animais. Também conheceram animais que lutavam contra vilões junto a elas (caso não saibam e provavelmente não sabem, esta é a história mais estranha que eu já li e narrei, mas está realmente interessante e eu acho que vocês concordam comigo).
As tartarugas eram muito ágeis para combater o crime, e sempre surpreendiam os vilões, porque afinal elas eram tartarugas.
Tiveram várias lutas com vários vilões, bandidos e malfeitores e várias vitórias e nem uma derrota e nunca esquecendo seu lema: um por todos e todos por um! Em todas as lutas nunca abandonaram uns aos outros.
Conheceram muitos heróis também, entre eles Albert, pelo qual a Lisa, a mais nova, se apaixonou. Então com muito bom grado, as tartarugas o convidaram para lutar junto com elas. Ele aceitou muito feliz. (Para uma história de tartarugas que eu pensei que iria ser um tédio esta está muito boa).
A cada dia elas treinavam mais, e a cada dia ficavam mais poderosas, com golpes ótimos. Elas estavam invencíveis!
Conseguiram muitos amigos e também muitos inimigos; dentre eles, o Doutor Henman, que dedicou a vida inteira para destruí-las. Mas se esqueceu de um pequeno detalhe: tartarugas vivem muito. E ele acabou morrendo antes de destruí-las, coitado.
Então, todas as tartarugas encontraram seus pares para toda a vida. E a tartaruga mais velha sugeriu:
- Já que todas estamos apaixonadas, porque não nos casamos?
Então todas disseram:
- Que ideia genial irmã! Vamos falar com nossos namorados.
Até que não foi muito difícil. Apesar de serem tartarugas arrumaram o bufe, vestidos, padrinhos, madrinhas e todo o resto. No dia do casamento estava tudo perfeito saindo como planejado, mas de repente, um novo vilão aparece e diz:
- Boa noite para todos, meu nome é Sem Cara, um vilão que nunca se revelara. E se não lembram, vocês são velhas amigas que me traíram.
- Mesmo sendo um velho amigo é um vilão. E como todos os vilões não acabam bem, então vamos acabar com isso, disse uma delas.
Então, depois de um bom tempo as tartarugas venceram e acabaram com o crime.
Depois de se casarem, e acabarem com o crime as tartarugas estavam morrendo de tédio outra vez, por que não tinham mais nada para fazer.
As suas vidas voltaram a ser monótona, mesmo depois de terem adotados filhos cangurus e camaleões, e os treinados muito. Aliás, eles são ótimos para se disfarçarem.
Elas resolveram tirar umas férias e alugaram um navio para dar um tempo na vida de ninja. Ficaram só navegando, e vendo o tempo passar...
Quando de repente, encontraram uma ilha habitada pelos mais perigosos vilões que ninguém nunca tinha conseguido prender.
Elas se infiltraram na ilha. Derrotaram os vilões e os prenderam.
Por pouco elas perderiam a luta, por que passaram muito tempo sem lutar e a ilha estava cheia de vilões.
Depois disso tudo elas voltaram para a casa, e encontraram uma máscara que o vilão Sem Cara usava para que ninguém pudesse ver o seu rosto. E nela estava escrito:
´´Cuidado, eu voltarei´´.
Fim
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